Duran determina paralisação do comércio venceslauense por 15 dias

O prefeito de Presidente Venceslau, Jorge Duran (PSD), publicou decreto na tarde desta sexta-feira (20) determinando a paralisação das atividades do comércio venceslauense a partir da próxima segunda-feira (23). A medida faz parte da estratégia traçada pelas autoridades de saúde que recomendam a diminuição de circulação de pessoas em locais públicos para evitar o contágio do Coronavírus. 

De acordo com o decreto de número 33, a suspensão das atividades no comércio será pelo período de 15 dias, de 23 de março até o dia 06 de abril. 

Lojas de comércio varejista e atacadista, inclusive camelos, restaurantes, bares, lanchonetes, pizzaria, trailers, cafeterias, docerias, livarias, bancas de revistas e similares não podem funcionar a partir da próxima segunda-feira em Presidente Venceslau. 

"Estamos adotando as novas medidas para a prevenção de contágio pelo Covid-19 no município de Presidente Venceslau", afirmou Jorge Duran.

Decreto proíbidos de fazer hospedagens
Ainda nesta sexta-feira o prefeito Duran determinou que hotéis e pousadas na cidade não poderão hospedar nenhuma pessoa aos sábados e domingos.

Conforme informou o prefeito Jorge Duran, o fluxo de pessoas no município aos finais de semana aumenta devido aos dois presídios.

O decreto ainda estabelece outras medidas para a área da saúde e a clubes e academias.

Coronavírus em Venceslau
De acordo com as autoridades de saúde de Presidente Venceslau, até a tarde desta sexta-feira (20) não havia nenhum caso registrado da doença na cidade. 

Visitas proíbidas em presídios
As visitas em unidades prisionais da região estão proíbidas neste fim de semana. A decisão é do juiz da Vara da Fazenda Pública da Comarca de Presidente Prudente, Darci Lopes Beraldo. Ele concedeu na manhã desta sexta-feira (20) uma liminar que suspende a visitação de presos em 45 unidades prisionais da região oeste do Estado de São Paulo em decorrência da pandemia de coronavírus.

Em caso de descumprimento da ordem, o juiz impôs uma multa diária no valor de mais de R$ 1 milhão ao Estado.

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