Senador Olimpio quer remoção imediata de membros do PCC da P2 de Venceslau

O senador eleito Major Olimpio (PSL) cumpriu agenda em Presidente Venceslau nesta segunda-feira (20) e esteve reunido com autoridades do sistema penitenciário. Ele buscou informações sobre o trabalho realizado na cidade para evitar a execução de um possível plano de resgate de presos alta periculosidade que estão abrigados na Penitenciária 2.   

Olimpio é considerado braço direito de Jair Bolsonaro no Senado e defendeu a remoção imediata dos líderes da organização criminosa PCC que estão no presídio venceslauense. “A possibilidade de resgate é real, o serviço de inteligência da secretaria de assuntos penitenciários identificou o plano para resgatar esses criminosos que fazem parte da liderança da facção. Logo teremos 60 dias de operação em Venceslau, e uma postura definitiva deve ser tomada, e essa postura é a remoção”, afirmou Olimpio ao site PORTAL BUENO.

Ele criticou a postura do secretário de segurança pública do estado de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho, que Inicialmente anunciou que as equipes policiais estavam em Presidente Venceslau para treinamento. “O plano do secretário era esconder da população a real situação, e dizer que a Rota, a tropa de choque e o Coe estavam em treinamento, mas que treinamento é esse que nunca acaba", indagou o senador eleito. “Só o secretário de segurança pública acha que todo mundo é idiota”, disse Olimpio.

Durante a visita que fez as autoridades policiais em Presidente Venceslau, o senador eleito disse que levantou informações e indicativos da necessidade urgente da remoção dos detentos. “O procurador de justiça do estado disse que a polícia e todo efetivo deve ficar em Venceslau o tempo que for necessário. É lamentável essa postura. É necessária a providência da remoção, não dá para viver nesse clima de incerteza”, destacou.

Ele disse que a presença da Rota e todo reforço policial em Presidente Venceslau prejudica o trabalho de segurança em outros locais. “Temos a cidade de São Paulo com a necessidade do efetivo da Rota, e lá as operações ficam comprometidas pela falta desse efetivo que está aqui (Venceslau). Não podemos permitir a prorrogação dessa situação por tanto tempo”, finalizou.

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