Aterro sanitário de Presidente Venceslau chega a 5ª ampliação no município

A prefeitura de Presidente Venceslau divulgou na última terça-feira (14) que está concluindo os trabalhos de terraplanagem da nova trincheira do aterro sanitário do município, que teve início na semana passada. A próxima etapa, que ainda não tem data específica para início, será a instalação da manta geomembrana na vala.

Trata-se da 5ª ampliação no local, uma vez que três valas já estão totalmente utilizadas e uma, a 4ª e atual, está próxima de sua capacidade total.  

Vale destacar que o aterro sanitário de Venceslau fica lozalizado em uma propriedade às margens estrada vicinal SPV-20. 

Segundo o Secretário de Planejamento, Paulo Feriani, o próximo avanço da infraestrutura é a colocação da manta impermeabilizante, que tem a finalidade de evitar que todo o chorume produzido no aterro tenha contato com o solo e lençol freático, ou seja, “ela protege o solo do resíduo com alta carga de poluente e coloração escura”.

Investimento
Conforme a Assessoria de Imprensa da prefeitura de Venceslau, o Prefeito Jorge Duran fiscalizou a obra recentemente e disse que o investimento é de R$ 167.102,83 provenientes de recursos próprios. “Estamos concluindo mais uma trincheira para disposição dos resíduos domésticos, dentro das diretrizes dos órgãos ambientais”, disse.

Importância
Um aterro sanitário é um espaço destinado à deposição final de resíduos sólidos gerados pela atividade humana, são provenientes de residências, indústrias, hospitais, construções e consiste em camadas alternadas de lixo e terra que evita mau cheiro e a proliferação de animais.

Um aterro segue princípios da engenharia de confinar resíduos sólidos à menor área possível e reduzí-los ao menor volume possível, cobrindo-os com uma camada de terra na conclusão da jornada de trabalho ou em intervalos menores, se necessário. Deve ser impermeabilizado e possuir acesso restrito, ter a quantidade de lixo controlada e conhecer que tipos de resíduos estão sendo depositados. Na maioria, os aterros sanitários são construídos em locais afastados das cidades em razão do mau cheiro e da possibilidade de contaminação do solo e das águas subterrâneas. Essa contaminação pode ocorrer por infiltração do chorume ou percolado, líquido contendo componentes tóxicos que flui do lixo para o solo e corpos d’água.

Atualmente, existem normas que regulam a implantação dos aterros, e uma dessas regras é a implantação de mantas impermeabilizantes que evitem essa infiltração. É necessário também que haja a retirada desse líquido, por sistemas de drenagem eficientes, com posterior tratamento dos efluentes sem que agrida o meio ambiente. Gases também são liberados e podem ser aproveitados como combustíveis, o que pode trazer benefícios financeiros. Outras maneiras ambientalmente mais viáveis são a reciclagem, a compostagem, a reutilização e a redução.

Com a reciclagem, materiais que podem ser reciclados não vão para o aterro. Mas para que isso seja possível, é necessário que ocorra a coleta seletiva do lixo, ou seja, a separação dos diferentes componentes que utilizamos.

Com a reciclagem, os materiais são transformados em matéria-prima para a produção de um novo produto, reduzindo assim a utilização de fontes naturais. Um exemplo é a reciclagem de latinhas de alumínio. Reutilizar significa usar de novo, dando ou não uma nova função para um objeto considerado sem utilidade, como quando alguém transforma a embalagem de leite longa vida em caixa para presente. (Com Brasil Escola).

As informações são do G1/Prudente. 

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